Tec-Toquio
Sempre ouvi falar que o Japão é um pais altamente tecnológico, então imaginava Tóquio como uma cidade quase no estilo Jetsons. Ok, ok, também não vamos exagerar, ne? Mas assim que cheguei no aeroporto já fui surpreendida com uma novidade que ainda não tinha visto nos aeroportos do mundo: identificação por impressão digital. Em português! Para mim, claro, já que mostrei meu passaporte brasileiro.
Para ir para meu flat peguei um ônibus transfer do aeroporto, e nada demais. A estrada não tem esteiras rolantes que movem o carro e, pelo que vi, o motorista estava dirigindo normal – sem ajuda de piloto automático ou qualquer outra ajuda robótica. Estava quase esquecendo essa historia de tecnologia quando vi outra novidade estranha para mim: no banheiro, o assento tem aquecimento e vários botões na lateral que parece que servem para... bem, como dizer de uma forma delicada? Lavar as partes intimas. Não usei; tem umas coisas que é melhor manter da forma tradicional, né? Pelas ruas, um monte daquelas maquinas que, no Brasil, só vejo de salgadinho e refrigerante. Deposita as moedas, aperta o botão que corresponde ao que você quer e pega o produto que caiu. A diferença é que no Japão tudo pode ser vendido nessas lojas-compactas-automaticas: desde sushi ate lingerie. As baladas também fazem usufruto da tecnologia. Fui em uma que só entra quem tem a impressão digital aceita pelo leitor na entrada – cada convidado pode autorizar uma outra pessoa. Se você estiver nesse grupo seleto de pessoas, pode usufruir das diversas salas de entretenimento com karaokê ou golfe digital. Japonês adora essas coisas. Não só cantar e jogar, mas as maravilhas do mundo moderno. Não nego que me diverti nas maquinas de tirar fotos digitais: você entra com seus amigos na cabine, faz varias poses (“dentro” de molduras ou não), ai sai e vai para uma outra cabine, onde você pode enfeitar as fotos com vários desenhos disponíveis, passar as mesmas da maquina para o seu celular via infra-vermelho ou bluetooth e imprimir as fotos colantes. O maximo! Confiei na modernidade japonesa e fui para um salão, fazer a tal “escova japonesa” que esta famosa no Brasil. Amei, meu cabelo esta agora liso como o das mulheres orientais...! Mas fiquei mesmo boquiaberta quando a minha nova amiga Ryoko, a japonesa que foi para a final com o Takashi, me mostrou seu celular. Tem antena que faz possível assistir TV de graça, tira foto de cartão de visita e coloca as informações na agenda automaticamente, lê um novo código de barras que vários estabelecimentos disponibiliza para conectar o site do mesmo pelo celular e, o melhor, faz vídeo ligações! Você fala com a pessoa assistindo a mesma, em tempo real!
Depois disso, estávamos discutindo o que mais esta por vir no futuro... será possível inventarem muito mais coisas? Estou torcendo pra chegar logo o momento do tele-transporte. Assim não vou precisar de muito para visitar as maravilhas do outro lado do mundo...
Para ir para meu flat peguei um ônibus transfer do aeroporto, e nada demais. A estrada não tem esteiras rolantes que movem o carro e, pelo que vi, o motorista estava dirigindo normal – sem ajuda de piloto automático ou qualquer outra ajuda robótica. Estava quase esquecendo essa historia de tecnologia quando vi outra novidade estranha para mim: no banheiro, o assento tem aquecimento e vários botões na lateral que parece que servem para... bem, como dizer de uma forma delicada? Lavar as partes intimas. Não usei; tem umas coisas que é melhor manter da forma tradicional, né? Pelas ruas, um monte daquelas maquinas que, no Brasil, só vejo de salgadinho e refrigerante. Deposita as moedas, aperta o botão que corresponde ao que você quer e pega o produto que caiu. A diferença é que no Japão tudo pode ser vendido nessas lojas-compactas-automaticas: desde sushi ate lingerie. As baladas também fazem usufruto da tecnologia. Fui em uma que só entra quem tem a impressão digital aceita pelo leitor na entrada – cada convidado pode autorizar uma outra pessoa. Se você estiver nesse grupo seleto de pessoas, pode usufruir das diversas salas de entretenimento com karaokê ou golfe digital. Japonês adora essas coisas. Não só cantar e jogar, mas as maravilhas do mundo moderno. Não nego que me diverti nas maquinas de tirar fotos digitais: você entra com seus amigos na cabine, faz varias poses (“dentro” de molduras ou não), ai sai e vai para uma outra cabine, onde você pode enfeitar as fotos com vários desenhos disponíveis, passar as mesmas da maquina para o seu celular via infra-vermelho ou bluetooth e imprimir as fotos colantes. O maximo! Confiei na modernidade japonesa e fui para um salão, fazer a tal “escova japonesa” que esta famosa no Brasil. Amei, meu cabelo esta agora liso como o das mulheres orientais...! Mas fiquei mesmo boquiaberta quando a minha nova amiga Ryoko, a japonesa que foi para a final com o Takashi, me mostrou seu celular. Tem antena que faz possível assistir TV de graça, tira foto de cartão de visita e coloca as informações na agenda automaticamente, lê um novo código de barras que vários estabelecimentos disponibiliza para conectar o site do mesmo pelo celular e, o melhor, faz vídeo ligações! Você fala com a pessoa assistindo a mesma, em tempo real!
Depois disso, estávamos discutindo o que mais esta por vir no futuro... será possível inventarem muito mais coisas? Estou torcendo pra chegar logo o momento do tele-transporte. Assim não vou precisar de muito para visitar as maravilhas do outro lado do mundo...
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