Chengdu Mágica
Tiramos um fim-de-semana fora da nossa “cidade oficial chinesa” para ir para um lugar que nunca nenhum de nos já tinha ouvido falar: Chengdu.
Uma cidade não conhecida internacionalmente, mais tranqüila do que Shanghai, foi o que disseram para nos. Eu já estava pensando numa vilinha oriental – mas acho que não se pode dizer isso de uma cidade de quase um milhão de habitantes, ne? Mas eu não sabia o que esperar. E, para nossa sorte, não tivemos que nos preocupar em fazer nenhuma pesquisa chegando lá. Estava já tudo acertado para os Smirnoff Ten Nos pisamos no hotel e tinha uma TV local nos esperando para darmos entrevistas. Mais tarde, chegaram 10 locais – voluntários – para passar a tarde conosco. Cada um tinha um parceiro, e a minha foi a Cici, uma chinesa sorridente que me ajudou a me comunicar e me ensinou alguns costumes locais. Nos levaram para a Nanji Street, um lugar turístico muito bacana onde pudemos jantar e comprar uns souvenirs. Mas essa não foi a única razão para eles nos terem levado lá. Nos tínhamos uma missão. Participamos de umas gincanas! Quem consegue comer comida apimentada mais rápido, quem saberia diferenciar os tipos de vinhos chineses e quem poderia aprender e ensinar costumes de suas regiões nativas. Eu ensinei as meninas a dançar samba, e elas foram ate que bem. No segundo dia, nos tivemos essa mega evento Smirnoff Experience – que foi a principal razão para visitarmos a cidade. Não vi todo o gingado (que eu vi quando Cici sambou) na festa. Foi ótima, varias atrações e drinks diferentes. Mas os Smirnoff Ten e os Chengdu Ten eram 90% da parte dançante da pista. Não consigo entender como os convidados ficaram parados enquanto o DJ estava tocando os ritmos mais dançantes! Talvez eles ficaram aterrorizados com nosso jeito de dançar e preferiram não se arriscar...!
Se divertir tanto em tão pouco tempo é incrível. Mas começar a amar uma cidade como amamos Chengdu, em apenas dois dias, é mais que isso: é mágico!
Uma cidade não conhecida internacionalmente, mais tranqüila do que Shanghai, foi o que disseram para nos. Eu já estava pensando numa vilinha oriental – mas acho que não se pode dizer isso de uma cidade de quase um milhão de habitantes, ne? Mas eu não sabia o que esperar. E, para nossa sorte, não tivemos que nos preocupar em fazer nenhuma pesquisa chegando lá. Estava já tudo acertado para os Smirnoff Ten Nos pisamos no hotel e tinha uma TV local nos esperando para darmos entrevistas. Mais tarde, chegaram 10 locais – voluntários – para passar a tarde conosco. Cada um tinha um parceiro, e a minha foi a Cici, uma chinesa sorridente que me ajudou a me comunicar e me ensinou alguns costumes locais. Nos levaram para a Nanji Street, um lugar turístico muito bacana onde pudemos jantar e comprar uns souvenirs. Mas essa não foi a única razão para eles nos terem levado lá. Nos tínhamos uma missão. Participamos de umas gincanas! Quem consegue comer comida apimentada mais rápido, quem saberia diferenciar os tipos de vinhos chineses e quem poderia aprender e ensinar costumes de suas regiões nativas. Eu ensinei as meninas a dançar samba, e elas foram ate que bem. No segundo dia, nos tivemos essa mega evento Smirnoff Experience – que foi a principal razão para visitarmos a cidade. Não vi todo o gingado (que eu vi quando Cici sambou) na festa. Foi ótima, varias atrações e drinks diferentes. Mas os Smirnoff Ten e os Chengdu Ten eram 90% da parte dançante da pista. Não consigo entender como os convidados ficaram parados enquanto o DJ estava tocando os ritmos mais dançantes! Talvez eles ficaram aterrorizados com nosso jeito de dançar e preferiram não se arriscar...!
Se divertir tanto em tão pouco tempo é incrível. Mas começar a amar uma cidade como amamos Chengdu, em apenas dois dias, é mais que isso: é mágico!
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